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Psicologia

Ao longo da vida vivenciamos momentos de grande aflição que por vezes não são tão efémeros quanto gostaríamos. Sem as ferramentas apropriadas para lidar com a ansiedade, aprendemos a conviver com a apreensão por tempo indeterminado.

 

Instalar-se-á uma preocupação exagerada que na realidade está longe da realidade. A verdade é que atrapalham a vida real. Felizmente, existem muitas formas de manejar esse sentimento tão desagradável.

 

Quando a ansiedade passa a ser um problema, incapacitando o desenvolvimento normal das tarefas do dia-a-dia, estamos diante de um transtorno psicológico, associando outros sintomas como:

– Irritabilidade

– Fadiga constante

– Fobias

– Obsessão

– Pensamentos catastróficos

– Preocupação excessiva

– Tensão muscular

– Insónia

– Entre outros.

 

Síndrome do Pânico e Transtorno Obsessivo Compulsivo

 

Não sendo tratado atempadamente, a ansiedade pode manifestar-se através do Síndrome do Pânico e Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Como controlar a ansiedade no dia-a-dia?

 

Tanto para quem sofre com os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada quanto para pessoas ligeiramente ansiosas é importante adotar mecanismos para controlar a ansiedade. A chave para que as dicas funcionem de verdade é a repetição.

 

Tentar uma vez não é o suficiente e não vai fazer a ansiedade desaparecer milagrosamente. É necessário desenvolver hábitos positivos através da reeducação do cérebro. Além da procura de um profissional de saúde mental, como um Psicólogo, que irá estudar o perfil individual, as causas e ajudar a ultrapassar as dificuldades associadas à ansiedade, deixamos alguns passos simples, que podem ajudar a ultrapassar autonomamente alguns picos de ansiedade.

 

Treine a respiração profunda

Respirar profundamente é um conselho antigo. Quando inspiramos o ar e expiramos vagarosamente, o cérebro compreende que podemos (e devemos) relaxar. O efeito é quase imediato. Pode ser difícil no início, mas com o treino torna-se mais eficiente. Bastam dois minutos diários de treino para o corpo aprender a se acalmar imediatamente.

 

Faça técnicas de relaxamento

Após um dia de trabalho cheio, procure uma música relaxante, desligue as luzes do quarto (se preferir) e deite-se confortavelmente. Não pense no trabalho, nos problemas, nas pendências.

Concentre-se apenas em sua respiração e na música. De preferência, use fones de ouvido para aprofundar o relaxamento. Repetindo esta curta sessão de relaxamento diariamente, ajuda na redução de sensações de ansiedade. Evidências científicas demonstram que estes momentos de silêncio são importantes para a nossa saúde mental.

 

Pratique atividade física

É mais do que confirmado que a atividade física moderada, pelo menos três vezes por semana, ajuda a controlar a ansiedade, além de agir como prevenção e tratamento complementar para transtornos mentais. A atividade física liberta as hormonas da felicidade (dopamina, endorfina e serotonina), promovendo o bem-estar e a disposição física pelo resto do dia.

 

Alimente pensamentos bons

Você já percebeu que quando nos lembramos de algo embaraçoso ficamos com vergonha novamente? Ou quando imaginamos uma situação positiva o nosso entusiasmo cresce de imediato?

Os nossos pensamentos exercem grande influência nos nossos sentimentos e ações. Por isso, muitos transtornos mentais compartilham o sintoma de pensamentos ruins ou desastrosos. Podemos modificar esses pensamentos quando quisermos. Logo pela manhã, pense em coisas prazerosas, revisite lembranças felizes ou liste as suas qualidades. Desta forma, aprende a expulsar os pensamentos de má qualidade que não ajudam em nada.

 

Organize o seu dia

Outra forma de controlar a ansiedade é planear o dia com antecedência. Organize os seus afazeres domésticos e compromissos de forma que seja de fácil entendimento. Pode ser uma agenda, uma lista, uma aplicação do telemóvel ou um mural.

Desta forma reduz a imprevisibilidade e acumula autoconfiança para seguir com o dia.

 

Tenha um hobbie

Ocupe a sua mente com uma atividade divertida. Se desconhece a sua paixão, esta dica é ainda melhor, pois pode aventurar-se em diversos hobbies até encontrá-la. A lista de possibilidades é infinita: instrumento musical, idioma, leitura, desporto, ou uma habilidade, como cozinhar ou desenhar.

 

Faça meditação

Apesar da respiração profunda ter efeitos semelhantes ao da meditação, a prática é igualmente importante para acalmar a mente e o corpo. As primeiras tentativas são complicadas. Ao dedicar apenas cinco minutos para meditar, logo aprende a concentrar-se somente nos sons, em seu corpo e na respiração.

Além de ter o poder de trazer mais tranquilidade para a nossa vida, a meditação ajuda a melhorar a inteligência emocional.

 

Seja mais sociável

Para ser mais sociável não precisa sair todas as noites. Agendar mais almoços, cafés ou happy hours com pessoas queridas é o suficiente para satisfazer a necessidade de socialização. Estar com quem amamos imediatamente nos deixa felizes e de bom humor.

 

Mude a perspectiva

Uma das características marcantes da ansiedade é o pessimismo. Quando ansiosas, as pessoas focam apenas o lado negativo. Para combater esse sintoma, procure o que há de melhor em cada situação e cultive o otimismo.

Se a forma como vê a vida está cheia de dificuldades, aborrecimento e stress, transforme-a.

 

Durma bem

A qualidade do nosso sono reflete-se no humor e disposição. Dormir bem é importante para a saúde como um todo, por isso, crie um ritual noturno para afastar o desgaste emocional e físico.

Algumas ferramentas que podem ajudar: um chá, uma leitura leve ou ouvir um algo relaxante. Afaste-se de aparelhos electrónicos antes de adormecer. A televisão e o telemóvel são estímulos desnecessários na hora de dormir.

 

Se após praticar estas dicas de forma continuada não obtiver os resultados desejados, fale connosco e agende uma consulta de Psicologia. Teremos todo o gosto em ajudá-la a ultrapassar as dificuldades associadas à ansiedade.

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Psicologia

As festividades natalícias deveriam estar intrinsecamente ligadas à harmonia, paz e amor, algo que contradiz com o stress das compras de Natal, compromissos sociais e ansiedade causada pela preocupação de agradar o próximo.

 

Esta é uma das alturas mais stressantes do ano e convém estar preparado para lidar com ela. São vários os momentos que marcam a época Natalícia e que exigem alguma organização da sua parte. 

 

5 dicas para um Natal sem stress


Evite todo este sentimento e siga estas 5 estratégias que o ajudam a controlar os níveis de stress:

 

  • Não perca tempo à procura do presente ideal, use-o para passar tempo com a pessoa.

 

  • Estabeleça limites. Identifique o que realmente importa e não assuma demasiados compromissos que o prejudiquem.

 

  • Estabeleça um orçamento e respeite-o. As pessoas valorizam mais presentes feitos por nós, como por exemplo biscoitos. A sua carteira agradece.

 

  • Deixe a perfeição de lado. O importante é reunir as pessoas que gosta na noite de consoada.

 

  • Compre em horas estratégicas. Se optar por comprar algo em locais físicos, certifique-se que não vai nas horas de maior afluência. Garantidamente vai poupar-lhe muitas horas de stress.

 


Esperamos conseguir ajudá-lo, através destas 5 dicas, a combater o stress habitual desta época. Estes concelhos são do nosso gabinete de psicologia, sempre pronto a ajudar na manutenção do seu bem estar.

Se este período festivo, por diversos motivos, não é uma época de paz, de presentes, de tradições e de convívio, não fique refém da tristeza e da solidão. Fale connosco e iremos ajudá-lo a ter um Natal mais feliz.

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Psicologia

Muitos pais não têm grande opção na hora de decidir a idade certa para deixar os filhos num infantário, creche ou Ama. Infelizmente, muitos casais não possuem a vantagem de ter rede familiar que possa ajudar nesta fase.

No entanto, existem muitos avós disponíveis e prontos para assumir o papel de educador e prestador de cuidados dos seus adorados netos. Sendo assim, surge a grande dúvida… é saudável ou não a criança ficar aos cuidados dos avós? O desenvolvimento infantil deve ou não passar por creches e infantários?

Após algumas pesquisas e estudo, podemos concluir que o desenvolvimento saudável da criança não passa obrigatoriamente por ir ou não para o infantário. O desenvolvimento social da criança inicia-se entre os 2 anos e meio e os 3 anos, assim sendo, a questão de levar a criança para o infantário até essa idade não é de todo necessária ou uma mais valia para o seu desenvolvimento. Isto é, do nascimento até aos 24 meses o que realmente importa e é importante para o bebé é sentir o cuidado, o carinho, a proteção e o conforto da mãe ou seu substituto direto (que pode ser pai, avós ou um cuidador), isto significa que a criança não socializa e o seu brincar ainda é muito primário e fechado. A criança desta idade brinca sozinha e embora procure companhia e goste de sentir-se observada, não tem grande socialização ou interação com o outro. Logo, o aconselhado será a criança até aos 2 anos, numa situação ideal, permanecer aos cuidados da mãe ou dos avós. Claro, que não havendo esta possibilidade a ida para o infantário não tem qualquer contra-indicação mas vai gerar alguma ansiedade e “abandono” na criança.

Salvaguardo que todos estes locais estão devidamente preparados e estruturados para receber os bebés, sendo seguro recorrer a eles. A opção de estar com os avós tem a ver com manter por mais tempo e num período inicial do desenvolvimento humano, o mimo, o cuidado quase permanente e a segurança.

A partir dos 2,5 anos e os 3 anos já é importante a entrada para um contexto mais social, onde vai ser permitido à criança desenvolver as competências sociais, as competências emocionais, as competências comportamentais, a partilha e a conquista. Nesta fase, a criança já deseja o contacto com o outro, já tem e quer mais autonomia, já explora o exterior e já brinca com o outro de forma interativa.

Nesta idade é muito importante para o desenvolvimento que haja interação com o exterior, com novos estímulos e novas experiências.

Dra. Ana Ribeiro | Psicóloga Clínica

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Psicologia

Os irmãos são um tema controverso, para muitos uma mais valia de vida, para outros não necessariamente importantes, para muitos uns companheiros de vida mas com muito que se lhe diga.

Vamos então falar um pouco da importância dos irmãos. Os irmãos são importantes, na medida que nos acompanham pela vida, nos apoiam no desenvolvimento, ajudam a criar laços afetivos, servem de modelos, são cúmplices, são cobiçados, são os primeiros amigos e às vezes “inimigos”. Os irmãos preparam as relações sociais, promovem a resistência às frustrações, ajudam na autonomia, partilha e divisão. Muitas vezes ajudam a descortinar o mundo dos sentimentos, dos ciúmes e da noção de pertença.

Sendo assim, os irmãos são uma grande ajuda no desenvolvimento do ser humano e um grande motor na noção e manutenção da família.

Mas com os irmãos surge também a disputa, a competitividade e o ciúme. A chegada de um irmão é sempre um momento de tensão, no qual a criança vive um sentimento de ganho e perda. Por um lado, pode estar ali um aliado, um amigo, alguém com quem brincar. Mas por outro, está ali alguém com quem disputar a atenção dos pais, alguém com quem partilhar os brinquedos, alguém que requer mais cuidados e que vai chamar mais a atenção de todos. Por isso, o ciúme entre irmãos é saudável e até necessário para amadurecer o amor entre eles. Contudo é preciso analisar esse ciúme, não o deixar tornar-se exagerado ou motivado por comportamentos externos dos pais e familiares. Não devem assim, existir demasiadas comparações ou exigências e até mesmo responsabilidades para com os irmãos mais velhos, tudo deve ser mediado e controlado.

Os irmãos competem, disputam, brigam por atenção, por brinquedos, por comida, por amigos… mas também são capazes das melhores partilhas, da mais forte das cumplicidades, das atenções mais ativas e dos gestos mais carinhosos.

Os irmãos são então dotados dum amor sem igual, dum amor puro, genuíno que se nutre porque sim. Não devem os pais ou cuidadores, minimizar este amor ou promover nele um desamor de competição, de desapego, de ciúme desmedido. Cabe aos pais e educadores promover este amor, criar laços mais fortes, torna-los mais cúmplices e criar ambientes e estruturas de partilha, brincadeira, interajuda e dedicação.

O amor entre irmãos é o primeiro da rede social alargada e o único capaz de perdorar pela vida fora.

Dra. Ana Ribeiro | Psicóloga Clínica

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CURSO DE REIKI

Níveis I, II e III